Razões para se vacinar contra o coronavírus

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Por: Assessoria de Imprensa
ACISPES THUMB

Razões para se vacinar contra o coronavírus 

Listamos, com a ajuda da diretora clínica da Acispes,Elaine Barbosa, alguns motivos para que a população use o imunizante.

Publicado em 22/02/2021 15:12

 

A vacina é a principal esperança para conter a disseminação do coronavírus, mas ainda desperta dúvidas em muita gente, como a segurança das doses e eficácia. Em Minas, completou um mês que foi iniciada a imunização. Desde o dia 18 de janeiro, as vacinas Coronavac e a AstraZeneca estão sendo distribuídas para todos os municípios mineiros. Em Juiz de Fora, dados da Secretaria de Saúde apontam que 18.988 juiz-foranos receberam a primeira dose do imunizante. Na Agência de Cooperação Intermunicipal em Saúde Pé da Serra (Acispes), 155 funcionários foram vacinados.   

Até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa) recebeu duas solicitações de uso emergencial de vacina contra a Covid-19: uma delas para a CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan; a outra para a vacina Oxford-AstraZeneca. Na última quarta-feira (17), após reunião com o ministro Eduardo Pazuello, o governador Romeu Zema anunciou que Minas deverá receber mais 23 milhões de doses de diferentes laboratórios até julho, número suficiente para imunizar cerca de 10 milhões de pessoas, ou quase metade da população do Estado (21,3 milhões). 

A diretora clínica da Acispes, Elaine Barbosa, esclareceu e elencou alguns pontos importantes sobre os imunizantes. Para ela, a vacinação é a “luz no final do túnel depois de um ano pandemia”, disse. Elaine destacou que a vacina foi desenvolvida em tempo recorde, diferente dos outros imunizantes, o que para ela demonstra muito estudo e comprometimento dos pesquisadores.
A médica explicou que a primeira vantagem da vacina é a proteção individual, comum a qualquer tipo de vacina. “A vacina é uma chance de a gente ter uma imunidade duradoura”, disse.  Porém, o principal, como ela pontuou, é o nível coletivo de proteção oferecido pelas vacinas, que torna a imunização ainda mais importante, com menos pessoas transmitindo o vírus para outras. “Só assim é possível pensar em relaxar o isolamento, o uso da máscara, e de toda a estratégia que tivemos pela questão respiratória da contaminação do coronavírus”, explicou. 

A médica ainda destacou a segurança das doses, já que até o momento não há relatos de reações graves no país.  

O cuidado continua 

A diretora clínica da Acispes destacou dois pontos que estão causando muita dúvida: depois de receber a vacina, estou imunizado imediatamente? Posso relaxar os cuidados de proteção? A resposta é não para ambos os questionamentos. “Só vamos poder relaxar os cuidados quando a maioria da população estiver vacinada, que é quando se está evitando a circulação virótica. O coronavírus trouxe à tona a prática da empatia, quando cuidamos de nós mesmo, estamos cuidando do próximo”, disse. 

Sobre a imunização efetiva, Elaine afirmou que ela só ocorre após a aplicação da segunda dose. “Varia de pessoa para pessoa, mas a média é que demore 20 dias depois da segunda dose para a imunização completa contra o coronavírus”, finalizou.

por Assessoria de Comunicação

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